Em “Música que matiza, pintura que encena: a expressão mimética em Caravaggio e Monteverdi, o compositor maior do século XVII é visto da perspectiva de suas afinidades estilísticas com o enfant terrible da pintura barroca, afinidades que engendrariam destinos comuns para suas obras: ambas seriam não apenas taxadas pelos conservadores da época de exageradas, indecorosas e dissonantes, como também cairiam no ostracismo tão logo o ardor e a ousadia daquele começo de século dessem lugar às formas estabelecidas e mais convencionais do barroco tardio.” – Rainer Patriota, (editor).

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